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Paz a todos!
Amanhã dia 08/08/2015 a Rádio Auxiliadora vai realizar o dia de orações e penitência, no CEMITÉRIO MUNICIPAL SÃO FRANCISCO DE PAULA (Curitiba), a partir das 09:00 Horas até Meio dia e retornando ás 13:00 até as 17:00 Horas.
(Campo Santo, Local de Orações)

Outros grupos já realizaram durante o decorrer da semana! Se mais alguém quiser participar o inicio será no portão lateral 09:00 Horas (Acesso pela rua Portugal)
Gilson (41 - 88339956 Claro)

(Mensagem de Nossa Senhora ao Confidente Cláudio Heckert)
E, aos que moram nesta cidade e região, eu peço: tentai passar um dia inteiro neste cemitério durante a Anistia, e se libertarão mil almas da Mansão Pagã, para cada um dos aqui vierem!...

Cemitério Municipal São Francisco de Paula

Muito obrigada.
Desejo dizer a todos os membros do Movimento Salvai Almas, sobretudo aos que rezam a Anistia pelo Sínodo, que: as graças para vós, serão incríveis e para os vossos familiares. E também que todos os vossos filhos estão e estarão sempre sendo acompanhados por miríades de Anjos, e por isso não se perderão. Deus também estende estas graças a todos os outros membros de vossas famílias.
Observai então, filhinhos, que Deus vos dá espaço, mais espaço para rezardes para os outros, que também são filhos Dele. Amém!
É realmente grande, a vossa Missão!
E, aos que moram nesta cidade e região, eu peço: tentai passar um dia inteiro neste cemitério durante a Anistia, e se libertarão mil almas da Mansão Pagã, para cada um dos aqui vierem!
Deus realmente confia em vós e quer salvar todos os filhos. Amém!
Muito obrigada. Eu vos abençoo.
“Maria, Mãe do Universo!”

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Reflexão para meditarmos em nosso coração! (Gilson)

A Igreja, aliás, vê com muito bons olhos e recomenda vivamente a visita aos cemitérios para rezar pelas almas. Tanto que os cemitérios católicos são considerados lugares sagrados pelo Direito Canônico.

No fundo, esse “medo” ou “aversão” aos cemitérios, tão comuns nos dias de hoje mesmo entre os católicos, é um sintoma de uma sociedade doente, não-cristã, que não convive bem com a morte. Tal medo, com certeza, não existiria com tanta freqüência numa época mais católica, como a Idade Média.

Não estou atacando ninguém que tenha esse medo ou aversão. Apenas constato. Infelizmente, até nós, católicos, acabamos aderindo, inconscientemente que seja, a esse pensamento.

A visita aos cemitérios é uma prática, em suma, muitíssimo devota. Cuidar do túmulo, rezar diante da tumba, colocar flores. O ser humano é psicossomático, e a Igreja, sabendo disso, aconselha que visitemos os cemitérios justamente para excitar nossa inteligência e nossa imaginação a fim de que pensemos mais nos mortos.

“A tradição da Igreja exortou sempre a rezar pelos mortos. O fundamento da oração de sufrágio encontra-se na comunhão do Corpo Místico... Por conseguinte, recomenda a visita aos cemitérios, o adorno dos sepulcros e o sufrágio, como testemunho de esperança confiante, apesar dos sofrimentos pela separação dos entes queridos”(João Paulo II, in L´Osservatore Romano, n. 45, de 10/11/91).

Os cemitérios cristãos são testemunhos da esperança que o católico cultiva como virtude teologal, e da qual pouco se fala em comparação com a fé e com a caridade.

Ter aversão aos cemitérios, ou deixar de ir tanto a eles, pode significar que, no fundo, não temos assim tão presente essa virtude.

Alguns objetarão que lá só existem os corpos, que as pessoas, de verdade, lá não estão, e sim na vida eterna (na glória, no inferno ou em purificação no purgatório).

Realmente, ninguém está no cemitério, exceto o coveiro. Mas nem por isso, a Igreja deixa de incentivar as visitas. Qual o motivo? Porque, lá jaz um corpo de um homem. E esse corpo foi templo do Espírito Santo. Esse corpo um dia ressuscitará. Esse corpo é um sinal e um testemunho de que a vida passa, mas a alma é imortal. Esse corpo nos ajuda a perceber a realidade da morte. Esse corpo nos ajuda a rezar mais e melhor pela alma do falecido.

“O gesto de levar flores ao cemitério, fazer uma visita, uma oração... tudo isso é expressão de certa união diferente, mas real.” (Pe. Octávio Ortiz, LC, in Sacerdos)

Não somos, evidentemente, obrigados a ir aos cemitérios. Sem embargo, trata-se de uma prática muito piedosa da qual não devemos descuidar.

Certo, pode-se lembrar dos fiéis defuntos fora do cemitério. Como lugar sagrado, entretanto, o cemitério é uma parcela importante da piedade para com os mortos.

Há duas vantagens nessa visita aos campos-santos:

    a) rezar pelos mortos, lá onde estão enterrados (claro que a alma não está lá, mas o corpo sim, e ele também é elemento do ser humano, e será ressuscitado: evitemos esse espiritualismo de raiz platônica e gnóstica);

    b) refletir sobre a nossa própria morte, para que nos santifiquemos.


“Estas reflexões evidenciam a importância dos cemitérios. Eles guardam os corpos que serviram à vida, até à chegada da morte.E aí esperam a ressurreição final. As catacumbas, admiráveis demonstrações da Fé cristã nos primeiros séculos, são alvo da devoção e do carinho dos discípulos de Jesus. Documentam a perseverança na Fé e, com freqüência, até o heroísmo do martírio. Na Idade Média, as sepulturas eram feitas em igrejas e imediações. Mesmo em qualquer outro lugar, era sempre uma área santa, merecedora de solene bênção. Era reservada exclusivamente aos fiéis, mas hoje dá a última hospitalidade a todos, inclusive não-cristãos. E a eles vão os parentes e amigos para o sepultamento – ou, como é o caso do Dia de Finados – recordar os que nos precederam e por eles rezarem. (...) A visita ao cemitério desperta em nós a meditação sobre os Novíssimos.” (Dom Eugênio de Araújo Cardeal Sales. Diante da Morte, em 26/10/2001)

fonte: Veritatis