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Capela do Pequeno Cenáculo.

Em 15 de Junho de 1997, iniciamos Norma e eu, as Quinze Orações de Santa Brígida, em favor das almas do purgatório, conforme nos foram passadas por uma grande amiga – Marlene. Palmira já havia iniciado em 04 de Junho, tão logo recebera, mas Norma e eu iniciamos agora.
Norma não conseguia chegar ao término das orações, pois um mal estar se apossava dela: tremia, se angustiava, a pressão arterial subia e descia descontrolada, chegando até a causar convulsão! Ouvia gargalhadas que diziam: “Não adianta rezar porque está tudo perdido”. Parávamos a oração e caminhávamos pelas ruas, ou pela praia, muitas vezes de madrugada, fazíamos exercícios, e isto levava uma hora ou mais, até que Norma voltasse ao normal, o que acontecia com muito custo.

Depois dormíamos, e no dia seguinte tudo se repetia.
Num certo dia, Norma viu as Imagens de Jesus e da Virgem Maria se transformarem, contorcendo-se, deixando-a com muito medo, a ponto de não querer mais continuar as orações. Percebíamos que “alguém” ou “alguma coisa” não nos queria deixar rezar.
E paramos realmente de rezar as Quinze Orações.
Isto, porém, durou alguns dias, pois lembramos: Estas orações são fortes demais, e, por isso, causam furor aos inimigos. Se são fortes, são eficazes e se desagradam aos demônios, agradam a Deus! Os sintomas indicam que são ataques dos inimigos que não querem que salvemos almas!
Resolvemos então lutar contra eles, rezando agora, de dia! E, com muito esforço de Norma, reiniciamos e recuperamos o atraso. O demônio cessou de atacá-la e passou a me atacar: meus ouvidos pareciam crescer, minha cabeça ferver... E eu ouvia vozes: Não rezem! Não adianta rezar pelos mortos. Os pecadores não se salvam depois da morte! Os que não cumpriram a Lei de Deus são todos meus! ( ? )
Rosnavam furiosamente, ruídos ensurdecedores, gritos lancinantes me feriam ferozmente... Seriam as almas? Mas “alguém” me sussurrou aos ouvidos:
“Almas do inferno, não descem aqui!”
Esta voz foi nítida!
“Sou São Miguel!”

Os demônios se faziam passar por almas e diziam não ser preciso rezar por elas, mas o Céu nos garantia: “Almas do inferno não descem aqui!”
Então são os demônios que nos atormentam e não as almas!
Este primeiro ensinamento nos deu forças para continuar, pois percebemos que as almas são muito importantes para Deus! E pedi à Norma e Palmira: se preciso for, me amarrem aos pés da cama ou da mesa, mas não interrompamos as orações. Precisamos vencer!
A partir deste dia, São Miguel me acompanhava sempre, ensinando-me sobre o purgatório e a necessidade de rezar por ele.
E definitivamente, o Carisma foi colocado em mim... em minha vida!
Percebemos, então, que este carisma deveria acontecer com Norma, pois a ela o Céu abordara antes, mas ela, com muito medo renunciara, pedindo a Jesus que afastasse dela, tais ataques dos inimigos e, assim, foi atendida, pois Deus não obriga a ninguém a qualquer missão. Contudo, recebeu outros carismas...
Em 23 de Março de 1998, Nossa Senhora se manifesta, pela primeira vez, com uma mensagem ditada a mim, e entre outras coisas, pedia a construção de uma capela.

Foi-nos muito difícil entendermos isto, pois estávamos cheios de dívidas: luz, água com contas atrasadas, prestação na loja de material de construção, já que construíamos uma casa... Meu salário de aposentado...
Norma tinha uma pequena confecção de roupas e aqui atendia a muitos clientes e isto fazia equilibrar nossas contas. Mas Nossa Senhora disse:
“Norma deve deixar de trabalhar. Devem fazer a Capela para poderem atender às pessoas que precisam de ajuda e orações.”
Fazíamos orações nas famílias, quase diariamente, e muitas pessoas começaram a nos procurar em casa e preferiam que os encontros fossem aqui. E, na sala de confecção, eram afastadas as máquinas e feito um altar improvisado no centro. No entanto, Nossa Senhora insistia:
“Devem fazer a Capela!”
E disse como:
“Deve ser pequena, simples, aconchegante, nas cores branca e azul...”
Parar de trabalhar, com dívidas e ainda construir uma capela! Isto nos parecia grande demais e até impossível... E levou alguns meses até aceitarmos o insistente pedido da Mãe de Deus! Resolvemos fazer a Capela.
Norma mandou suas máquinas para Blumenau - doou-as para as filhas- e decorou a sala com cortinas, véus, flores, e assim, o local foi usado como Capela por muito tempo.

Mas Norma tratou logo de preparar a construção, como Nossa Senhora pedia, e assim, comprou “fiado” nas lojas de materiais e, ela mesma, deu início às obras: foi pedreira, carpinteira, pintora, colocadora de pisos, etc.
Muitas vezes, embora suados e empoeirados, as pessoas nos procuravam para orações e então largávamos tudo e as atendíamos com carinho. E muitas destas pessoas voltaram mais tarde, desejando retribuir de alguma forma as graças alcançadas, como foi o caso do pintor, trazido aqui por amigos, quase desmaiado de dor e que teria de ser operado de uma úlcera gástrica. Agora, curado, quis retribuir e se ofereceu para pintar toda a capela. E assim, à medida que a construção caminhava, as pessoas se apresentavam querendo ajudar. De fato, Nossa Senhora nos havia dito:
“Deus enviará corações generosos...”

Após vários dias de muitas chuvas, a entrada da Capela se encontrava cheia de lama, dificultando a passagem das pessoas, e comentávamos Norma e eu, da necessidade de serem colocadas britas, porém, já estávamos com muitas dívidas pelos materiais de construção, forro, bancos e ainda teríamos de comprar alimentos para as pessoas que viriam de longe para a inauguração. Além disso, Norma havia prometido aos fornecedores que os pagariam no dia 13, embora ela mesma não compreendesse como poderia falar isto, já que não havia recursos e não tínhamos de onde tirá-los.

Neste mesmo dia, este fato aconteceu: Uma senhora, que não quer ser identificada, fazia suas orações diante do Santíssimo na Matriz de Porto Belo e indagava a Jesus sobre a veracidade ou não, das mensagens de nosso livro Salvai Almas, quando ouviu de Jesus, em seu coração:
“Você não só deve ler o livro, como deve ajudar na obra!”
Esta senhora procurou Norma, ficou sabendo de nosso trabalho e perguntou no que poderia ajudar. Norma apontou o terreno cheio de lama, e disse da necessidade de ser colocada brita ali...
- Cem reais dá?

E com cem reais foram compradas as britas...e estas se multiplicavam cobrindo então, não somente o acesso, mas todo o terreno em torno da casa, onde precisávamos caminhar.... Louvado seja Deus que multiplicou estas pedras! E no dia da inauguração, as pessoas puderam passar a pé enxuto... Nota-se que, aqui, na praia há terrenos chamados mangues... e este é um deles. Mas as pedras corrigiram isto, e ficou muito bonito todo o local.
A Capela mede 4 x 8. São 32 m2. Portanto, pequena, porém bonita, aconchegante, simples, como Nossa Senhora havia pedido. (colocar a capela pronta)
A inauguração se deu no dia 12 de Fevereiro de 1999, com a presença de muitas pessoas, vinda de diversos lugares do Brasil, que aqui chegaram desde as primeiras horas da manhã, e assim, durante todo o dia, Norma, eu, Palmira, Arnaldo, Marlene, atendíamos a todos, que se dividiam em pequenos grupos, e até às 3 horas da manhã do dia 13, recebemos pessoas que se hospedaram em nossa casa.

Foi um lindo dia: 6 horas, a Oração do Ângelus; 9 horas, as Quinze Orações; Meio dia, o Angelus; 15 horas a Via Sacra; 18 horas, o Angelus; 19 horas, a Santa Missa na Igreja Matriz Bom Jesus dos Aflitos, de Porto Belo, concelebrada pelos Padres Alfredo e Ozenildo, de São Paulo e Curitiba, respectivamente. Após a Santa Missa, a carreata com a Imagem de Nossa Senhora Rosa Mística, até a Capelinha, que recebeu o nome dado pela própria Nossa Senhora: Capela do Pequeno Cenáculo Nossa Senhora Rosa Mística.
Vale aqui relatar um verdadeiro milagre acontecido neste dia: um senhor pediu à Norma, uma caixa de livros, porém esta percebeu que havia apenas 20 livros e os deu a ele. Desejando pagar, 

Norma disse que “aqui na Capela não vendemos... não cobramos, por isso, o senhor pode levá-los.” Mas o homem retrucou: de graça não posso levá-los, pois os livros custam caro. Então Norma o orientou para pagá-los ao Arnaldo, pois ele custeia todos os livros. Mas o Arnaldo aconselhou a doar então o valor para a capelinha, já que houve despesas com este evento, inclusive para a alimentação. Então o tal senhor colocou um cheque no bolso do Cláudio sem que este percebesse.
No dia seguinte, após as orações da manhã, eu perguntei a Norma se havia dinheiro suficiente para saldar as dívidas, conforme ela havia prometido aos fornecedores: que os pagaria no dia 13. 

Ela respondeu: se eu tiver 3 reais é muito! E, com olhar brincalhão, olhou para mim, e sorrindo perguntou: Acaso você tem? Respondi que se eu tivesse 5 reais seria muito, mas quando me preparava para tomar banho, percebi no bolso da camisa, junto aos bilhetes de pedidos de orações das pessoas, um cheque cujo valor me deixou pasmo, e o apresentei à Norma.
-Meu Deus – ela disse – este é justamente o valor que preciso para pagar as contas dos bancos, do forro e dos alimentos!
O milagre se complementa: - como trocar um cheque de tão alto valor, do Rio Grande do Sul, já que aqui somos pouco conhecidos? E Norma apresenta o cheque no Supermercado para pagar a conta, alegando precisar do troco em dinheiro. A Gerente, olhando-a, falou: Está bem!

Considerando que ninguém age desta forma, viu-se ali, a Mão de Deus agindo, através desta pessoa.
Com o troco, Norma conseguiu pagar as outras contas: os bancos e o forro. Saindo dali, dirigiu-se à loja de Materiais de Construção, afim de pedir que aguardassem até a data de meu pagamento, quando deixaria de lado os talões de água, luz, prestação da casa... Ficou espantada quando disseram: a conta já está paga! Está tudo pago! Como poderia isto acontecer, já que somente Norma e eu sabíamos desta conta?

Hoje temos outra capela, mas a Capelinha é procurada por muitos, pois realmente fez guardar na lembrança a paz que irradia e gravou no coração de cada um, a certeza da presença de Nossa Senhora e do Amor que Ela tem e os faz sentir.
Uma pequena Capela que já testemunhou grandes conversões!

Uma Capela simples, como Nossa Senhora pediu, porque, como Ela diz:
“Deus é simples!”
-A Capela é pequena, Mãe. A Senhora pediu uma Capela muito pequena!
“Aqui só virão pessoas que Eu trouxer! Um dia virá um engenheiro e fará uma capela maior!”

Muitas graças já aconteceram aqui. Pessoas de muitos lugares do Brasil e de alguns países vizinhos, aqui receberam curas, conversões, tiveram suas vidas transformadas, tanto espiritual como fisicamente. E muitas encontram as graças que procuram... e os remédios para seus males.
Louvado seja Deus. Amém!

Fonte de Graças dos Sagrados Corações.

Quando da Inauguração da Capela do Pequeno Cenáculo, Nossa Senhora pedira a construção de uma gruta:
“Fora da Capela, em formato hexagonal, com cálice e água: será chamada de Fonte de Graças dos Dois Corações.”
Disse também que não deveríamos nos preocupar, pois sabia que não tínhamos condições financeiras.

Alguns dias depois, um jovem chamado José – que não conhecíamos – se apresentou em nossa casa e pediu autorização para construir a gruta. Pediu para pousar em nossa casa, enquanto desenvolvesse o trabalho.
Tivemos algumas dúvidas, já que o rapaz era um desconhecido, porém lembramo-nos de que Nossa Senhora havia dito que não nos preocupássemos com a construção da gruta... Certamente mandava aquele rapaz!
Aceitamos. José “morou” conosco, fez a gruta e os muros em frente ao jardim da casa e capela. Tratou-nos com muito amor e assim também foi tratado.

Neste período, uma senhora muito amiga e nossa benfeitora, viajava por São Paulo e, em Aparecida viu numa loja, imagens do Sagrado Coração de Jesus e de Maria muito lindas e teve vontade de comprá-las. Não sabia para que, ou para quem, mas alguma coisa lhe dizia que as comprasse. Deixou as imagens na casa de uma amiga em Campinas – SP, até que tivessem um destino certo.

Soube depois que estava sendo construída uma gruta, que seria dedicada aos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Trouxe então as imagens e ficou surpresa, assim também como nós ficamos: as imagens eram de cor cobre, exatamente da cor da gruta!
Quando pronta a gruta, eu a observava de longe ( a gruta) e São Miguel falou:
“Não é gruta! É Fonte de Graças dos Sagrados Corações. De fato, será uma fonte que distribuirá muitas graças, através de sua água. Percebeste que é a Capa de teu livro?”
Só agora me dava conta disto: o cálice, as pedras, a hóstia, os Sagrados Corações! A Capa do Livro: A Ponte da Salvação!

Em 11 de Outubro de 1999, foi inaugurada a fonte, com um Cenáculo no jardim e abençoada por três sacerdotes: Frei Humberto, que falou sobre a propriedade da água e seus poderes de cura, Padre Vander e Pe. Alfredo.
Muitas pessoas têm se beneficiado desta água: muitas curas fantásticas aconteceram e acontecem ainda.
Exemplos: Um senhor de Curitiba, procurava pelo clube de tradições gaúchas que se localiza em nossas proximidades, porém errou de rua e passou então em frente à Fonte que estava toda iluminada, pois já era noite. Parou para contemplá-la e voltou para a casa em Porto Belo (residência de verão) e convidou sua esposa e sua mãe para ver a fonte. As duas senhoras ficaram maravilhadas, e levaram da água. Já de volta a Curitiba, a mãe deste senhor, ofereceu a água para uma mulher portadora de trombose, cuja perna direita iria ser amputada naqueles dias. Lavou a perna com esta água por três vezes e a trombose sarou. Esta senhora já esteve muitas vezes em nossos cenáculos.

Um outro caso envolve uma mãe desesperada com a doença de seu filhinho de cinco anos: doença pulmonar, também sem condições de cura, segundo os médicos. Levou a água para sua casa ( Rio Grande do Sul ) e todos os dias dava ao filho. Lembrou-se: “Já que esta água vai curar o meu filho, poderá também curar esta ferida imensa que tenho no pé e que os médicos não curam!”
Aplicou a água ao pé. Alguns dias depois percebeu que seu pé estava curado e que seu filhinho não possuía mais a doença!

E assim, muitas outras curas têm acontecido. De fato, Nossa Senhora havia dito:
“Não é uma gruta! É uma Fonte de Graças!”
A Fonte dos Sagrados Corações é obra do Céu!
Está localizada no jardim da Capela do Pequeno Cenáculo, na residência do casal Norma e Cláudio!

Quando da inauguração, com celebração da Santa Missa, no final das cerimônias, Nossa Senhora fez sua aparição sobre a Fonte, no alto, junto a Cruz Luminosa. Muitas pessoas perceberam o movimento que se formou: como nuvens brancas e o movimento do vento. Alguns perceberam uma silhueta... Nossa Senhora desceu até um canteiro de rosas pisando sobre 4 rosas brancas, fazendo com que suas hastes se quebrassem e caíssem até o chão!
-“Colha estas rosas e dê para as quatro irmãs que aqui estão!”

Do jardim, preparado e cuidado por Norma, não poderíamos colher flores, por ordem da própria Nossa Senhora, que havia nos dito:
-Este jardim é meu e ninguém pode colher nenhuma flor!
Agora, no entanto, Ela pede para colher e entregar a alguns de seus filhinhos...

A Fonte de Graças dos Dois Corações, tem sido procurada por centenas de pessoas que buscam a cura e levam da água para suas casas.
Muitos levam fotos da Fonte e de seu pequeno jardim, cultivado com muito amor por Norma, como recordação!
Felizes somos, por causa do Grande Amor de Deus, que olha seus humildes filhos com a mesma brandura com que olha todos os seus filhos amados.
Amém!

Capela Nossa Senhora de Sion - I.

Quando da inauguração da Capela do Pequeno Cenáculo Maria Rosa Mística, eu dizia a Nossa Senhora: - Mãe esta capela que a Senhora pediu já está pequena! E Ela respondeu:
“Virá um engenheiro e fará uma capela maior!
Não me preocupei mais com isto: Se a Mãe falou, certamente acontecerá!
Algum tempo depois, uma senhora nos procurou, para fazer a doação de um terreno, em nossa própria rua, a fim de construirmos ali uma capela que seria dedicada Nossa Senhora de Sion. 

Dizia a tal Senhora:
“Não consegui dormir esta noite, pois escutava sempre uma voz que me dizia:: Ressurge Sion! Ressurge Sion! Pela manhã lembrei-me de que Nossa Senhora havia se dirigido certa vez ao Cláudio, com estas mesmas palavras, e então resolvi que deveria doar um terreno para que o Cláudio pudesse atender a Mãe!”

E assim, no dia 01 de Agosto de 2001, esta senhora que absolutamente não quer se identificar, passou-nos a escritura do terreno que adquiriu para esta finalidade, dizendo também que: O engenheiro ... se prontificou a fazer todos os projetos, plantas e o acompanhamento da obra da Nova Capela, sem honorário algum!”
E isto Nossa Senhora havia dito:
“Virá um engenheiro e fará uma Capela Maior!

O Engenheiro nos visitou no dia 04, e trocou idéias quanto à edificação da Capela, e se pôs em ação. Nossa Senhora então pediu que fizéssemos um Cenáculo no local da obra, no dia 08 de Dezembro.
Uma senhora de Brasília doou 3 mil tijolos, e a Prefeitura doou todo o aterro do terreno, e outras pessoas começaram a contribuir. No dia 05 de Outubro o engenheiro nos fez uma nova visita e nos apresentou as plantas e todos os documentos necessários para o inicio da obra.
No dia 08 de Dezembro, o terreno e a infra-estrutura estavam prontos, mas a construção ainda não havia iniciado. No local então, foi realizado o Cenáculo, conforme Nossa Senhora havia pedido: Ao ar livre, usando como local do altar, um “rancho” construído para a guarda dos materiais de construção, e foi lançada a Pedra Fundamental da Nova Capela, que se chamaria Nossa Senhora de Sion!

Nossa Senhora se manifestou em aparição, enquanto rezávamos o Ângelus, às 18,00 horas e Sua Imagem andava em meio às pessoas que a tocavam com amor!
O Céu era ali!
No monumento provisório da pedra fundamental, construído com manilhas, encimado por uma Cruz de madeira, foram colocados alguns objetos doados por algumas pessoas, objetos que hoje estão na base do altar: Uma medalha de Nossa Senhora Rosa Mística, com corrente, em homenagem à Capelinha do Pequeno Cenáculo; um Terço feito manualmente pelo Sr. Balduino, em homenagem a sua família e para que a Mãe do Céu os proteja para sempre; um anel de estimação, considerado uma relíquia que a doadora coloca ali como sua própria vida; uma pedra oval, que pertencia a Dom Luis Carlos Colussi (in memoriam), ex Bispo de Caçador, SC e depois a Dom Luis Carlos Eccel, seu sucessor, que nos envia esta relíquia; pedidos a Nossa Senhora, em quadradinhos de papel, feitos pelos fiéis presentes; santinhos às almas, Terço do Cairon, e outros objetos.

A placa de mármore, com as inscrições: N.S.Sion 08.12.01, foi colocada por Palmira Borba e pela doadora do terreno.
Acontecia ali, o inicio das obras, que seriam dirigidas por Norma, com o acompanhamento a distância, do Engenheiro (Caçador- SC). Os pedreiros e outros trabalhadores, foram contratados também pela doadora do terreno que arcou com TODOS, os valores da mão do obra!
Deus seja louvado e que Ele a abençoe sempre!

Os detalhes da construção de toda a obra, bem como o nome dos benfeitores, engenheiro, enfim, de todos os colaboradores estão registrados no Livro do Tombo, ou Livro Ata, mantido aqui em nosso Santuário, e não divulgados neste Site, pois tais pessoas preferem manter-se no anonimato.
São Corações bonitos que agem para Deus e não almejam honras! Amém!
Nunca esqueceremos destes leais amigos e temos certeza, Deus também não!

Norma então, pôs-se ao trabalho! E pode-se imaginar o quanto sofreu! Com efeito, uma mulher à frente de uma obra, tendo que passar por dificuldades de toda a sorte, como: ouvir palavreados sujos dos homens, reclamações dos trabalhadores, palavras de baixo calão, vindas dos pedreiros ou fornecedores, quando chamados à atenção por causa de falhas ou serviços mal executados. Enfrentou a falta de dinheiro para a compra de materiais; o mau tempo, com fortes chuvas que estragavam parte do material. A correria para a compra de materiais; a contratação de marceneiros, eletricistas... etc., etc., etc... Só quem dirige uma obra sabe o quanto isto é difícil, quando não se tem dinheiro ou mão de obra qualificada!

Mas Norma lutou: seu tempo foi quase integralmente tomado por este trabalho, restando-lhe apenas alguns momentos para a oração e alimentação. Quase não dormia.
Num determinado dia, totalmente exausta, rezava na Capelinha:
“Jesus meu, tu sabes que esta obra é tua! E não tenho mais recursos para seu andamento. Como prosseguir? Amanhã vencerão cheques!“
E chorava muito! Eu rezava, atrás do altar, onde ela não podia me ver. Rezei então por este mesmo motivo: - Ajuda Jesus, a tua serva!

Jesus me disse: “Diga a ela para recorrer a Santo Antonio!”
Deus realmente dispõe de seus Santos. E eles estão para isso: para nos ajudar!
Dei o recado a Norma e ela prontamente foi “falar” com Santo Antonio, do qual era fervorosa devota.

Algumas horas depois, um telefonema de Maringá, no Paraná, dava conta de que algumas pessoas haviam arrecadado certa quantia, através de um “bingo” para esta finalidade. O valor era exato! Santo Antonio estava atuando e fornecia à Norma, a paz e a tranqüilidade necessárias naquele momento!
Na verdade, esta obra é de Deus, e, portanto, construída por obra de Sua Providência, assim também como nós aqui vivemos sob a Providência de Deus! Mas de que forma Deus age, se não contar com Corações Generosos? Portanto, Sua Providência conta com filhos que ajudam nas Suas Obras!
Deus seja louvado!

Capela Nossa Senhora de Sion - II.

Em 21 de Março de 2002, pode-se ler no Livro do Tombo:
“ Hoje são colocados os últimos tijolos das paredes da nova Capela. Começam agora os cintos (de concreto) no alto das paredes e a elevação da torre. Está ficando muito linda. Até o momento as obras não pararam, pois há a ajuda de muitas pessoas!”

Em 20 de Abril de 2002, com a presença de 139 pessoas, vindas de diversos estados foram rezadas Mil Ave-Marias, a pedido de Nossa Senhora, na nova Capela, com início às 13,00 horas.
Obviamente não estava pronta: faltavam, portas, janelas, pisos, reboco nas paredes, forro, e mesmo o telhado ainda não estava completo. As cadeiras foram emprestadas pela Matriz de Porto Belo.
A chuva forte não abalou o ânimo e todos permaneceram até o final, alguns molhados, já que o vento “empurrava” a chuva para dentro, ou o telhado ainda inacabado em seu cume, deixava vazar água sobre as pessoas. Ninguém saiu!

A Oração se iniciou com a entrada triunfal da imagem de Nossa Senhora de Sion, produzida pelo artista Zanini, de Florianópolis: uma linda imagem! Única, pois foi trabalhada artesanalmente, sem fôrma especial. Tal imagem que ocupa local de destaque foi doada por uma grande benfeitora que também não se identifica aqui.
Entre os presentes já se poderia ver o Sr. Sálvio e sua família, que assim já participavam conosco seu lindo trabalho de evangelização.

Arnaldo (Aarão) e sua esposa e muitos outros que hoje fazem parte desta caminhada com ardor, com determinação, com fé. Há de se lembrar também a presença do Geraldo, músico do Grupo da Paz, da Matriz de Porto Belo, que começava ali o seu trabalho conosco, juntamente com sua esposa Darlete e que hoje é o músico oficial de nosso Ministério de Música.
Portanto, neste dia, graças à colaboração de verdadeiros amigos, a Capela Nossa Senhora de Sion, começava a operar! Amém!

Em 11 de Maio, houve o Cenáculo com Maria, o primeiro nesta Capela e contou com a presença de 179 pessoas, conforme assinaturas no Livro do Tombo.
A Capela já tem seu piso bruto!
Seguiram-se outros Cenáculos, enquanto a construção andava a passos largos, contando sempre com a ajuda de corações generosos, que não se identificam, mas que jamais serão esquecidos por nós e por todo o nosso Movimento, e principalmente: jamais serão esquecidos por Deus!

Muitos problemas de ordem financeira ou de atritos com os pedreiros que procuravam construir rápido, mas sem cuidado ou esmero, e constantemente pediam dinheiro adiantado, causando transtornos, pois quando não havia o dinheiro, usavam de má vontade, reclamando e, em conseqüência o serviço saía mal feito!
Norma, evidentemente não desanimava e com sua força e coragem, conseguia fazer com que as obras fossem adiante!

No Cenáculo do dia 09 de Junho de 2002, duas crianças que haviam sido curadas pelas Orações deste Movimento, foram apresentadas ao Pai, num dos momentos de êxtase, pelo Cláudio: este as ergueu e as consagrou ao Pai: Rita de Cássia e Everton, hoje são crianças saudáveis e sem problemas!
No Cerco de Jericó, do dia 20 a 27 de Julho, o primeiro nesta Capela, uma das frases de Nossa Senhora em sua mensagem diz:
“Deus Pai trabalha muito! O homem deveria trabalhar, mas por causa de Seu Grande Amor, o Pai trabalha por ele! Amém!”

Os Cenáculos sempre contaram com a presença de muita gente e pode-se ler na ata de um deles:
“A capela está totalmente tomada em sua nave, seus corredores, presbitério, sacristia, dificultando os trabalhos. As pessoas do Ministério de Música estão literalmente “exprimidas” num canto...”
A luta continuava, e havia dívidas, e a conseqüente preocupação de Norma, que se debatia na busca de recursos, para que as obras não parassem!

E uma família de Curitiba (preservamos seus nomes no Livro do Tombo) fez a doação dos pisos. Na verdade haviam comprado pisos para a construção de sua nova casa, mas inspirados por Deus, perceberam que não havia necessidade nenhuma desta nova casa. Deus seja louvado! E, com vontade de colaborar com nossa obra, nos doou o material. Havia pisos para salas, cozinhas, banheiros, garagem, etc., e, portanto, de vários tipos e tamanhos. Norma desenhou sobre papel, separando os pisos e os contando e com surpresa viu acontecer: Todo o material foi usado e TODAS as peças da Capela foram revestidas em seus banheiros, salas, nave, no chão e nas paredes! Além do revestimento, esta família também doou as peças dos banheiros: bacios, pias, torneiras, e os ventiladores de teto!

Um dos membros desta família, hoje está no Céu e nos acompanha desde lá em nossa caminhada! O Céu foi merecido! Um presente de Deus! Amém!
Faltava dinheiro para as portas e janelas!
A Marilene, nossa filha que residia em Blumenau, veio morar conosco a pedido de Nossa Senhora. Veio de mãos vazias, não trazendo nada do que possuía: sua casa, seus móveis, enfim, tudo que possuía, doou a seus irmãos que lá ficaram. Trouxe apenas seus 3 filhos e um carro. Sentiu a vontade de compartilhar conosco, de dividir conosco a história, de viver precariamente, na pobreza, no amor, na caridade e neste sentido, vendeu seu carro, aplicando o resultado, na compra das portas e janelas.
Marilene é hoje nosso braço direito nos eventos religiosos.

Em 07 de Dezembro de 2002, lê-se no Livro do Tombo uma frase de Nossa Senhora em sua Mensagem:
“Deus precisa desta Capela. Eu preciso deste altar! Jesus precisa deste altar!”
“As pessoas gostaram muito da Capela: os nichos iluminados, as sancas em gesso, as colunas coloridas em azul e branco, o Arco Íris no presbitério, a pintura em branco de toda a nave”... Ainda faltam muitas coisas, inclusive o altar!
Mas está aconchegante. “Amém”
A luta continuava. Os corações generosos também! Amém!

Capela Nossa Senhora de Sion - III.

No Livro Tombo, no dia 11 de Dezembro de 2002, pode-se ler:
Hoje, os rapazes, Rogério e Evaristo, estão instalando os 4 ventiladores de teto, doados por (...)
A Igreja está toda forrada e pintada internamente, faltando o lado exterior.

Os detalhes em gesso no teto, nos nichos, no presbitério, e as colunas para as imagens foram doados por uma família de São José (SC).
A Igreja está praticamente pronta e após o término iniciar-se-ão os trabalhos de construção dos banheiros externos e da aquisição dos móveis: altar, armários, bancos...
É necessária também a Via Sacra.
Mas tudo está muito lindo!
Graças a Deus!
Em 14 de Março de 2003, lê-se:

Na parede, atrás do altar, o painel com o desenho da capa do Livro Salvai Almas (nº 01 ) em relevo, feito com massa corrida, a cores, por Rogério, está ficando muito bonito.
O Altar, com pés em tubos de gesso, trabalhados como as colunas da Igreja, também feitos pelo Rogério, e a mesa em mármore doada por Adauto e Marli, de Guaramirim (SC), estão prontos! Na base, as colunas do altar, formam a letra M : de Maria! Neste M, em seu interior, foram colocados os objetos da pedra fundamental, conforme relatados anteriormente. É muito lindo o altar!

Toda a mão de obra de todo o presbitério, está sendo paga pela mesma pessoa que doou o terreno, pagou toda a mão de obra da construção, doou TODAS as imagens, das duas capelas, enfim, a nossa maior benfeitora. Gostaríamos de colocar o nome dela em letras de ouro neste relato, mas aceitamos deixá-la no anonimato. Que Deus a proteja sempre! E também uma outra família de Florianópolis, que também não se identifica. Deus haverá sempre de os acompanhar e derramar copiosas bênçãos. Amém!
Em 17 de Março, desde Lima, capital do Peru, nos liga a Senhora Luz Maria Seminário, pedindo orçamento dos bancos, banheiros, Via-Sacra...

Agradecemos a Deus por enviar-nos mais esta sua filhinha para nos ajudar. Amém!
Em 04 de Abril, lemos: Em dias de Cenáculos a Capela fica totalmente lotada, inclusive em seus corredores e escadarias. Já está, portanto, pequena, apesar de ainda não estar pronta!
Somos felizes por isto! Nossos agradecimentos aos corações generosos que nos permitiram dar este grande passo! Amém!
E assim, de passo em passo, a construção continua, tendo sempre à frente a Norma que conta com a colaboração de tantos.

Com a Capela completamente pronta em seu interior, pensou-se em colocar uma cruz no alto da torre: uma cruz luminosa, azul e branca, de 2,10 metros de altura. Seu valor de 900 reais era muito alto e por isso teria de ser adiada, mas também aí Deus agiu mandando uma senhora, que tomando conhecimento do fato, doou todo o valor. A cruz, sua luz, dominava quase todo o bairro e mostrava o caminho da Capela, a todos quantos a procuravam. Deus te abençoe D.Mística!
Faltavam os bancos, e para isso foi lançada uma pequena campanha via internet, pedindo ajuda !Uma família de São José (SC), doou toda a madeira, e muitas pessoas doaram os valores da mão de obra. O Marceneiro - Sr. João e sua esposa Salete - sempre muito amigos de nosso Movimento, não quiseram lucro e cobraram apenas as despesas, e assim em tempo “record” os bancos tomaram o lugar na Capela: confortáveis e bonitos deram um novo visual à Capela. Pessoas de muitos lugares também ajudaram, mas preferiram não divulgar seus nomes.

Aliás, se alguns nomes foram mencionados aqui, os foram por nossa conta, e certamente, todos os que ajudaram mereceriam ser mencionados, mas respeitamos os pedidos e os deixamos nas mãos de Deus.
Que Deus abençoe a todos!
Nosso Movimento vive da Misericórdia e Providência de Deus, e isto é verdade, e talvez por isso, muitas pessoas que poderiam ajudar, acham que não precisam, porque Deus providencia tudo!

Ora, Deus providencia, mas precisa contar com as pessoas: Ele inspira as pessoas a ajudar. Deus certamente precisa de todos, para uma obra a serviço de todos.
De qualquer forma, a obra aí está! Ainda inacabada, pois falta o acabamento externo, assim como os banheiros externos.
Mas está bonita. Muito bonita e aconchegante!
Muito obrigada a quem doou um pouco de seu suor, e muito de seu amor. Amém!

fonte: www.salvaialmas.com.br